sexta-feira, 19 de maio de 2017

A luta dos prisioneiros palestinos recebe o carinho, o apoio e a solidariedade da população e de um Senador da República do Brasil na maior manifestação pelo Fora Temer/Diretas Já, no Rio de Janeiro

O Comitê de Solidariedade à Luta do Povo Palestino do Rio de Janeiro participou da manifestação realizada ontem (19 maio) pelo "FORA TEMER e DIRETAS JÁ" com nossas bandeiras da Palestina e da Síria. Aproveitamos a ocasião para dar visibilidade à greve de fome dos prisioneiros políticos através do Banner reproduzido abaixo.
Durante o trajeto da Candelária até a Cinelândia recebemos centenas de manifestações carinhosas de apoio a causa Palestina e Síria e a solidariedade com os presos políticos. 

Banner da Campanha dos presos na manifestação
Uma das manifestações calorosas de apoio que destacamos foi a do Senador da República do Brasil pelo Partido dos Trabalhadores, Lindberg Farias  que fez questão de tirar uma foto com o Banner da Campanha de apoio à  greve de fome dos prisioneiros palestinos e pela libertação imediata dos prisioneiros políticos do regime sionista. Lindberg também fez questão de ratificar seu total apoio a causa palestina e sua solidariedade.

 Apoio do Senador da República do Brasil , Sr.Lindberg Farias à luta pela libertação dos prisioneiros palestinos e apoio à greve de fome que realizam a 31 dias (18/05/2017) 





Agora, nossa principal tarefa é divulgar o debate que estamos produzindo com o tema:
 "A Estratégia dos EUA/Israel e a expansão do NAKBA (tragédia)
  • Exércitos mercenários;
  • O massacre dos povos árabes e os refugiados;
  • Greve de fome dos prisioneiros políticos palestinos;
  • Os crimes de guerra de Israel contra a juventude e as crianças palestinas;
  • Resistência árabe: guerrilhas palestinas, milícias populares na Síria e Iraque
    e Hezbollah.

24 de maio de 2017 - 18 HORAS 
       UFRJ – IFCS (s/106)



Largo de São Francisco

Beatriz Bissio (Prof.IFCS-UFRJ)
Hamez Maalouf (Doutor e mestre
em Geografia pela USP e especialista em História das Relações Internacionais
pela UERJ.)
Jorge Hage (militante da
solidariedade internacionalista e direitos humanos)

quinta-feira, 18 de maio de 2017

LIBERDADE PARA OS PRESOS POLÍTICOS PALESTINOS  
31 DIAS em
GREVE DE FOME   
·      6.300 palestinos presos do regime sionista
sofrendo todo tipo de violações dos DH  e torturas
500 presos  sem acusação 
300 crianças prisioneiras
459 com penas superiores a 20 anos
458 com pessoas condenadas a prisão perpétua
Seus crimes: Lutam por uma Palestina livre da ocupação sionista!

 

terça-feira, 16 de maio de 2017

A Nakba, 69 anos de genicídio , de catastrofe na Palestina






A solidariedade internacionalista aos povos que resistem precisa ser resgatada - Ajude a divulgar.


A
ESTRATÉGIA MILITAR DOS EUA/ISRAEL  
 E   A
EXPANSÃO DA NAKBA (TRAGÉDIA)
  • Exércitos mercenários;
  • O massacre dos povos árabes e os refugiados;
  • Greve de fome dos prisioneiros políticos palestinos;
  • Os crimes de guerra de Israel contra a juventude e as crianças palestinas;
  • Resistência árabe: guerrilhas palestinas, milícias populares na Síria e Iraque
    e Hezbollah.

24 de maio de 2017 - 18 HORAS 
       UFRJ – IFCS (s/106)



Largo de São Francisco

Beatriz Bissio (Prof.IFCS-UFRJ)
Hamez Maalouf (Doutor e mestre
em Geografia pela USP e especialista em História das Relações Internacionais
pela UERJ.)
Jorge Hage (militante da
solidariedade internacionalista e direitos humanos)


A solidariedade internacionalista aos povos que resistem precisa ser resgatada - Ajude a divulgar.


segunda-feira, 15 de maio de 2017

15 DE MAIO MARCA O INÍCIO DO NAKBA - A TRAGÉDIA E O GENOCÍDIO IMPOSTO PELA OCUPAÇÃO SIONISTA NA PALESTINA HISTÓRICA


1948-2017 –  15 de Maio - A LIMPEZA ÉTNICA NA PALESTINA
          A NAKBA e a GREVE DE FOME DE 1800 PRISIONEIROS POLÍTICOS 

                                                                                                                                                                       Por Mercedes Lima
Em 1948 a maioria da população palestina foi expulsa de suas aldeias por milícias sionistas e teve suas propriedades confiscadas e depois destruídas, para impedir a volta dos palestinos. Centenas também foram transferidas para um Fundo Nacional e depois vendidas aos israelenses e jamais, claro, aos palestinos.

Um dos símbolos de luta pelo direito ao retorno e a revolta coletiva contra a colonização/expropriação/opressão do povo palestino pelo governo israelense é expressa na lembrança do dia 15 de Maio, porque nesse dia, em 1948, se tem uma lembrança atualizada da luta palestina contra a opressão dos sionistas, portanto, data de luta importante para os internacionalistas.

O termo árabe NAKBA designa catástrofe ou desastre e é utilizado como referência ao processo que culminou na criação unilateral do Estado de Israel em 78% do território da Palestina. Nessa data e no decorrer dos meses de junho e julho daquele ano, ocorreu o confisco de terras dos palestinos que reagiram respondendo com uma greve entretanto, foi dura a repressão às manifestações de rua e seis jovens palestinos acabaram mortos, além das centenas de pessoas feridas e presas.

A questão é que a Nakba, com uma grande violência, varreu da Palestina cerca de 530 vilarejos, aldeias, áreas rurais e cidades inteiras, em um prazo de seis meses. E, tal começa a ocorrer logo após a recomendação da ONU – de 29/11/1947 -, de partilha da Palestina em um estado judeu e outro árabe. Após a matança de centenas de palestinos que resistiam a deixar suas terras, crianças, mulheres e idosos, eram expulsos de suas terras tendo suas casas destruídas. Cerca de um milhão de nativos foram expulsos da Palestina, ( e, não como divulgado pelos sionistas de que os palestinos teriam voluntariamente abandonado suas casas) através do chamado Plano militar D ( Plano Dalet), ou seja, houve um planejamento prévio seguido de execução sistemática, com massacres esporádicos através de diversas formas e expulsão do povo palestino.

A limpeza étnica na Palestina de hoje prossegue em que pese ser tratado pela ONU como uma violação aos direitos humanos passível de punição. A limpeza étnica é entendida pela ONU como o desejo de um estado ou regime de impor um domínio étnico sobre uma área mista (...), com o uso de expulsão mediante o uso de medidas violentas tais quais, expulsão da população, separação de homens e mulheres, detenção arbitrária de pessoas, explosão de casas, com o subsequente repovoamento das casas remanescentes pelo outro grupo étnico e “onde houver resistência ocorre a expulsão e os massacres. É o retrato da história da Palestina após 1948.

Em Israel há um modelo de militarização do cotidiano com as bizarras Zonas-tampões, isto é, faixas de terras palestinas que Israel confisca para manter, entre a linha onde estabelecem suas fronteiras e Gaza (ou as vilas e cidades da Cisjordânia), uma área vazia, de acesso proibido aos palestinos, cercada e vigiada por soldados armados.

Gaza, depois do último ataque militar de Israel, restou destruída por toda parte, com milhares de mortos e feridos, famílias inteiras dizimadas, falta de alimentos, água, crianças traumatizadas. Hoje cerca de 1.6 de palestinos ali vivem em alguma coisa parecida com um campo de concentração. Nem sequer têm direito a eleger seus governantes. Quando votam em quem não devem votar são castigados. Gaza está sendo castigada. Converteu-se em uma armadilha sem saída, desde que o Hamas ganhou limpamente as eleições em 2006 ( Eduardo Galeano, na Rede).

As aldeias dos territórios ocupados são sitiadas, porque monitoradas por câmeras de vigilância e drones, rodeadas por guarda de fronteira ou unidades militares que atiram para matar. A resistência é denominada provocação, terrorismo ou crime contra a humanidade. Uma resistência sem exército, sem marinha e sem força aérea e, do outro lado, o poderoso exército sionista com armas fornecidas pelo Imperialismo norte-americano, em total desrespeito a todas as normas de Direitos Humanos e às Resoluções da ONU.

Notícias falsas circulam em detrimento do povo palestino, como a da publicação Rua Judaica noticiando que a IDF – Israel Defence Forces) teria descoberto no final do ano passado ( 19/12/2016) uma fábrica clandestina de armas na Cisjordânia. Primeiro é preciso desmascarar que essa força não é de defesa e sim de ataque, usada para garantir a ilegalidade dos assentamentos nos territórios ocupados, aliás, condenada em 23/12/2016 pela ONU por ferir a Carta das Nações Unidas e demais legislações internacionais, como as Convenções de Genebra e outras Resoluções do Conselho de Segurança das Nações. ( o bloqueio israelense à Gaza, por exemplo, estabelecido em junho de 2007, foi e é uma forma brutal de punição coletiva que viola o artigo 33 da IV Convenção de Genebra que estabelece normas sobre proteção de civis em tempo de guerra ). No ataque israelense de 2008 foram mortos cerca de 1.500 civis.

Os assentamentos israelenses em curso na Cisjordânia, Gaza e Jerusalém Oriental, territórios palestinos ocupados, não tem validade legal porque ofensivas à legislação internacional acima mencionadas.

Prisioneiros são rotineiramente torturados ou “desaparecidos”. Ficam anos presos para averiguações, aguardando processos acusatórios que nunca se extinguem ou que não “andam”. 

Os prisioneiros políticos palestinos estão em greve de fome desde o dia 17 de abril do corrente ano exigindo o fim do tratamento cruel e das políticas injustas que enfrentam nas prisões israelenses. Hum milhão de palestinos já foram detidos desde o estabelecimento do estado de Israel. Hoje são cerca de 6.500 palestinos sob custódia israelense, muitos dos quais são crianças

As exigências dos prisioneiros são simples. Eles incluem o restabelecimento dos direitos de visitação, a instalação de telefones, a melhoria dos cuidados médicos e o fim do confinamento solitário e da detenção administrativa - que é apenas mais um termo para ser mantido indefinidamente sem acusação ou julgamento. Não aos projetos imperialistas dos EUA no apoio que dá à Israel no ataque aos palestinos, aos iraquianos, na Síria e em todos os lugares onde pretende o saque de riquezas.

Toda nossa solidariedade aos prisioneiros palestinos em greve!

Viva a Palestina livre !

Mercedes Lima - (do Coletivo feminista classista Ana Montenegro)

sexta-feira, 12 de maio de 2017

Colonos sionistas ateam fogo as terras agrícolas dos palestinos





Los palestinos tratan de apagar el fuego en tierras agrícolas en Burin, en Cisjordania, 10 de mayo de 2017.
Palestinos tentam apagar o fogo nas terras de Burin, na Cisjordânea , em 10 de maio de 2017

Dezenas de colonos israelenses incendiaram centenas de kilometros de terras na aldeia de Burin, perto da cidade  Cisjordânia de Nablus.

Um oficial palestino que monitora a atividade de assentamentos israelenses no norte da Cisjordânia ocupada, denunciou nesta quarta-feira que dezenas de colonos israelenses do assentamento ilegal de Bracha, perto Burin, incendiaram deliberadamente na área de Jabal Abu Salem, espalhando  o fogo  rapidamente por toda a área.

Alguns dos colonos também atacaram com pedras as casas dos habitantes autóctonos palestinos, acrescentou Dalqas Qassam, o funcionário em questão, em declarações  à agência de notícias palestina Maan.

De acordo com o Instituto de Pesquisa Aplicada de Al-Quds (Jerusalém) assentamentos Yitzhar e Bracha  confiscaram  7 quilômetros quadrados de terra palestinas.

soldados de israel prendem os palestinos que estavam tentando apagar o fogo.

http://www.hispantv.com/noticias/palestina/341206/colonos-israelies-fuego-tierras-cisjordania


quarta-feira, 10 de maio de 2017

EXÉRCITO SÍRIO E COMBATENTES PALESTINOS AVANÇAM NO LESTE DE ALEPPO

Fuerzas sirias y combatientes palestinos en el campo de refugiados de Handarat, al norte de Alepo, 24 de septiembre de 2016.
Forças sírias e combatentes palestinos no Campo de Refugiados Handarat, ao norte de Alepo, em 24/09/2016
O exército sírio, apoiado por combatentes palestinos alcançaram novos avanços nesta quarta-feira na província de Aleppo, no norte da Síria.

Durante a nova fase de sua ofensiva anti-terrorista, as Forças tigre ( unidade de elite do Exército da Síria), apoiadas pela milícia palestina Liwa Al-Quds,liberaram novas áreas perto da base aérea Yirah, informou o site sírio Al- Masdar News.

Depois de intensos combates em que vários membros do grupo terrorista EIIL (Daesh em árabe) foram mortos, as forças sírias e seus aliados palestinos estão no domínio da cidade de Al-Mahdum.

Esta pequena cidade está localizado na auto estrada M4  que liga a cidade com Al-Raqa, e representa uma porta de entrada para as planícies de Maskana, nas mãos de Daesh.

Com o avanço, as forças sírias e seus aliados cercaram  a base aérea Yirah  enquanto o maior general sírio, Suheil al-Hassan, comandante da Força Tiger, espera capturar o aeroporto sem  precisar entrar em combate, forçando os terroristas se retirarem da área.

Esse avanço se produziu após  o exército sírio enviar reforços para Aleppo, na terça-feira, e reforçar o combate ao Daesh no leste da cidade.

Os reforços  cruzaram a estrada Janaser que liga as províncias de Aleppo e Hama, atingindo a planície de Deir Hafer após uma árdua viagem através na estreita rota de fornecimentos do Governo , informou  fonte militar síria.

O principal objetivo das forças sírias é liberar a base aérea Yirah; para alcançar este objetivo o Exército sírio vai se concentrar na  recuperação da planície estratégica de Maskana  que conecta Aleppo  a Al-Raqa.

O exército sírio no último ano conseguiu recuperar das organizações terroristas cidades inteiras como Aleppo (norte), Homs e Palmyra (centro), mas até agora não conseguiu tomar a cidade de Idlib, nas mãos dos rebeldes ", e as cidades de Deir al-Zur e al-Raqa sob controle Daesh.

  MKH / KTG / TMV / MSF
Postado:http://cdn.hispantv.com/hispanmedia/files/images/thumbnail/20170510/09113827_xl.jpg
Veja também:
http://www.hispantv.com/noticias/siria/337027/ejercito-libera-pueblos-alepo-alraqa-isis-daesh
Las fuerzas del Ejército sirio en Alepo, noroeste de Siria.

terça-feira, 9 de maio de 2017

Greve de fome dos prisioneiros palestinos chama atenção internacional




Israel tenta desmoralizar a greve de fome coletiva de prisioneiros palestinos espalhando um vídeo 'fake' (falso) no qual o líder que deu início a greve rompe o jejum.

Representantes de centenas de palestinos que estão em greve de fome em prisões israelenses denunciaram nesta terça-feira (hoje) imagens "falsas" publicadas pelo regime sionista de Tel Aviv que supostamente  mostra o líder do protesto quebrando seu jejum.

Israel alega que a gravação, divulgada pela mídia israelense, no domingo, mostra  Marwan Barquti, dirigentte do  movimento palestino Al- Fatah atualmente encarcerado em uma prisão israelense, comendo em sua cela.

O dirigente Barquti quem deu início no dia 17 de abril passado  o ato coletivo de protesto conhecido como "a greve de fome de Dignidade e Liberdade" que inicialmente se juntou cerca de 1.500 prisioneiros, atualmente são cerca de  2000, de acordo com alguns informes - para protestar contra as condições desumanas que sofrem nas prisões israelenses.

É por isso que o Comitê Nacional da greve de fome de Dignidade e Liberdade, que atua como uma frente para a campanha, informou que as imagens transmitidas pelo regime sionista são de 2004 e que sua difusão é uma tentativa deliberada para minar a resistência na greve de fome.
O tal  vídeo não possui quaisquer dados ou data,  aparece um homem cujo rosto não é  visível e cujo fio dos cabelos é diferente dos de Barquti.

"A absoluta  falta de fundamento é evidente. As armações  e teatros mostram que Israel fracassou absolutamente na tentativa de  quebrar a vontade de ferro e firmeza do crescente movimento da greve de fome", afirma o comitê em um comunicado.

O Comitê Palestino para os assuntos dos prisioneiros políticos palestinos também descreveu esta falsa publicação como parte de uma "guerra de mentiras" de Israel para desacreditar Barquti e outros grevistas de fome.

O  advogado do dirigente preso expressou que este ato era "de se esperar como parte da guerra psicológica e midiática que o serviço penitenciário de Israel está levando a cabo contra os prisioneiros".
As organizações palestinas informam que   6.500 palestinos encontram-se nos cárceres do regime de Israel.
http://www.hispantv.com/noticias/palestina/340992/israel-video-falso-huelga-hambre-presos-barquti
Tradução: somostodospalestinos.blogspot.com

domingo, 7 de maio de 2017

Prisioneiros Políticos palestinos entram no 21º dia de greve de fome, enfrentam crescentes ameaças à sua saúde e a repressão contínua

Tradução: somostodospalestinos.blogspot.com
Em seu 21º dia de greve de fome, os prisioneiros palestinos nas prisões israelenses estão enfrentando uma situação de saúde cada vez mais grave, com um número crescente de grevistas experimentam perda de equilíbrio, desgaste muscular e pesada fadiga, informou o Comitê de Mídia da greve.
1500 prisioneiros palestinianos iniciaram a greve em 17 de abril, Dia dos Prisioneiros Palestinos, com uma pauta  de reivindicações definida, incluindo o fim da negação de visitas familiares, o direito de prosseguir o ensino superior, cuidados médicos e tratamentos adequados , o fim do confinamento solitário e a detenção administrativa - prisão sem acusação ou julgamento. Os grevistas enfrentaram uma forte repressão , incluindo incursões frequentes no meio da noite por forças repressivas, transferências abusivas de prisão para prisão, confinamento solitário, negação de visitas legais e a familiares e confisco de pertences pessoais, incluindo o sal. Os grevistas da fome dependem de consumir apenas sal e água para preservar suas vidas durante a greve.
À medida que a greve cresceu e mais líderes proeminentes de prisioneiros palestinos se juntaram à greve, a repressão também se intensificou. Alguns prisioneiros foram transferidos quatro vezes desde que a greve começou. Hoje, a administração da prisão israelense planeja transferir 100 prisioneiros da prisão de Ohli Kedar para a seção 10 na prisão de Eshel. Entretanto, 30 desses líderes proeminentes, incluindo o secretário-geral da Frente Popular para a Libertação da Palestina Ahmad Sa'adat, o líder do PFLP Ahed Abu Ghoulmeh, o líder do Hamas Abbas al-Sayyed, o mais antigo prisioneiro palestino Nael Barghouthi e o jornalista Mohammed al -Qeeq foram transferidos no domingo de manhã para o isolamento na prisão de Ashkelon . Todas as transferências incluíram a proibição de receber visita do advogado.
À medida que a crise de saúde dos prisioneiros em greve de fome se torna cada vez maior, o prisioneiro grevista de fome William Rimawi foi transferido na manhã de domingo, 7 de maio, para a clínica da prisão de Ramla, de acordo com Ma'an News. Os prisioneiros advertiram sobre a ameaça de alimentação forçada, especialmente porque o ministro israelense de extrema-direita Gilad Erdan teria ameaçado importar médicos de outros países para alimentar forçosamente os grevistas de fome palestinos em "hospitais de campo" militares instalados em cadeias israelenses. "Esta tendência sinaliza a preparação de um crime dirigido contra os prisioneiros com a intenção do assassinato. É evidente que nesta fase a etapa é a da repressão, dos abusos, e das tentativas de quebrar a greve, ameaçando a vida dos prisioneiros. Os preparativos em curso indicam que há uma decisão tomada contra os prisioneiros para a sua morte nas mãos de um bando de fascistas em Tel Aviv. Isto é o que torna este confronto um momento extraordinário ", escreveram os prisioneiros em sua declaração .
No sábado à noite, 6 de maio, o Comitê de comunicação  de Assuntos dos Prisioneiros e a Sociedade de Prisioneiros Palestinos declararam que ainda não havia negociações sérias da administração da prisão israelense com o objetivo de acabar com a greve.
A polícia da ocupação israelense em Jerusalém está atacando e proibindo repetidamente  os eventos  e manifestacões de apoio aos prisioneiros organizados por suas famílias na cidade ocupada. Amjad Abu Assab, do Comitê das Famílias dos Prisioneiros de Jerusalém, disse que a polícia da ocupação israelense declarou que não permitirá nenhum evento para os prisioneiros no bairro de Sheikh Jarrah e ameaçou dispersar pela força qualquer assembléia. Além disso, no sábado, 6 de maio, durante uma reunião do Comitê Internacional da Cruz Vermelha, a polícia cercou as famílias dos prisioneiros e os ameaçou com um ataque pelo apoio as demandas dos prisioneiros.
As manifestações em toda a Palestina e no mundo  continuam em apoio aos prisioneiros, especialmente porque os prisioneiros instituíram uma " semana de indignação"  pela implementação da demandas dos prisioneiros  e  de apoio aos grevistas que enfrentam dura repressão. Figuras proeminentes como o ícone da resistência palestina Leila Khaled e o patriarca católico Gregory III Laham se juntaram aos estudantes de todo o mundo em greve de fome em apoio aos prisioneiros; Além disso, nove mães de prisioneiros e muitos  ex-prisioneiros se juntaram à greve de fome em apoio.
No Líbano, quatro jovens palestinos no campo de Nahr el-Bared e seis jovens do campo de refugiados de Beddawi anunciaram uma greve de fome enquanto  muitos  eventos e manifestações ocorreram no sábado, 6 de maio nos campos de refugiados e na antiga prisão de Khiam, no sul do Líbano, em apoio à greve dos prisioneiros .
A nível Internacional, foram organizados  eventos e ações  em Istambul, Londres, Birmingham, Whitstable, Norwich, Sheffield, Oxford, Bristol, Glasgow, Edimburgo, Dundee, Inverness, Aberdeen, Uppsala, Dublin, Limerick, Newry, Derry, Paris, Auckland e San Diego, no sábado, 6 de maio, em apoio aos prisioneiros. Para domingo , dia 7 de maio, esta previsto manifestações de apoio aos prisioneiros palestinos em Sydney, Amsterdã, Cagliari, Munique, Portland, Fremantle e Quito. Eventos em todo o mundo estão disponíveis na página de eventos globais da Samidoun .
http://samidoun.net/2017/05/prisoners-enter-21st-day-of-hunger-strike-face-growing-threat-to-their-health-and-continuing-repression/

ISRAEL NÃO TEM LIMITES, O EXERCITO SIONISTA PRENDE E MANTÉM CRIANÇAS NAS PRISÕES

INFANCIA PERDIDA: A PRISÃO DE MENINOS E MENINAS DE JERUSALÉM/PALESTINA Jerusalén

sábado, 6 de maio de 2017

A greve de fome em massa dos prisioneiros palestinos entra na terceira semana

Uma greve de fome generalizada por parte dos palestinos para atrair a atenção do mundo pelas duras condições das prisões israelenses entrou na sua terceira semana, com alguns dos que recusam alimentos sofrendo alterações severas da sua saúde.

fome

O comitê de mídia da greve de fome, denominado “ greve por liberdade e dignidade”, disse que vários dos detentos famintos passaram a perder 10 quilos de seu peso, informou a agência de notícias palestina Ma’an no domingo.
Uma série de grevistas de fome na prisão israelense Ofer está sofrendo de pressão arterial baixa, dores de cabeça severas, problemas de estômago e articulações, acrescentou o relatório. Notou ainda que as autoridades israelitas não permitem que os prisioneiros palestinos bebam água fria e em vez disso os obrigam a beber água quente. No domingo, as igrejas palestinas deveriam tocar sinos em solidariedade com os grevistas de fome.
Manifestantes palestinos e parentes se algemaram e vendaram seus olhos durante um protesto em apoio a prisioneiros em cadeias israelenses, na cidade de Ramallah, na Cisjordânia, em 27 de abril de 2017.
A greve em massa, planejada há muito tempo, começou inicialmente com 1.500 prisioneiros, mas agora cerca de 2.000 pessoas estão acreditando estar recusando comida para denunciar o tratamento desumano dos palestinos presos em cadeias israelenses.
Segundo dados fornecidos pelo grupo de direitos dos prisioneiros palestinos Addameer em janeiro, 6.500 palestinos estão sendo presos em cadeias israelenses, 536 deles arbitrariamente. Os prisioneiros palestinos têm continuamente recorrido a greves de fome abertas na tentativa de expressar sua indignação com a chamada detenção administrativa, que é uma forma de prisão sem julgamento ou acusação que permite a Israel prender os palestinos por até seis meses. Além disso, há denuncias graves de agressões e torturas em prisões israelenses.
http://www.iranews.com.br/greve-de-fome-em-massa-dos-prisioneiros-palestinos-entra-na-segunda-semana/

sexta-feira, 5 de maio de 2017

A barbárie na Síria: Crimes hediondos da OTAN contra o povo sírio


Global Research, 02 de maio de 2017
Os terroristas da Otan têm cometido crimes indescritíveis na Síria desde o início da guerra criminosa do Ocidente contra a Síria e seus povos.A colheita de órgãos continua sendo uma das operações lucrativas e hediondas dos terroristas para gerar dinheiro. De acordo com Hossein Noufel, Diretor-Geral do Gabinete de médicos legistas sírio,"Órgãos de milhares de civis sírios foram vendidos nos mercados negros internacionais nos últimos seis anos".A informação acima é corroborada pela permanente síria residente Lilly Martin, que comentou em uma postagem global no Facebook   que:
(T) a colheita de órgãos na Turquia não se limita a vender uma peça por dinheiro.A maioria da colheita de órgãos na Turquia é feita pelos terroristas, que são apoiados pelos EUA. Os terroristas levam os sírios feridos ou sequestrados pela fronteira com a Turquia e, em vez de salvar sua vida com cuidados médicos, os feridos são enviados de volta à Síria com uma explicação de que eles morreram na cirurgia e não puderam ser salvos. No entanto, eles sempre têm sinais claros de colheita de órgãos. Em muitos casos, os olhos foram removidos. Esta informação vem de sobreviventes das batalhas de Aleppo, que estão agora em Latakia.
 Evidências de atrocidades terroristas adicionais estão surgindo desde a libertação de Aleppo. O jornalista investigativo francês Pierre Le Corf demonstra mais uma vez (o que a jornalista investigadora Vanessa Beeley há muito provou) que os Capacetes Brancos são de fato a Al Qaeda.

Em um vídeo gravado em Saskour, Alepo, Le Corf leva-nos para uma visita à antiga sede da Al Qaeda e dos Capacetes Brancos, que demonstra conclusivamente a sua estreita filiação.O Prof. Tim Anderson apresenta algumas das provas de Le Corf na seguinte montagem:
 
Em Aleppo liberada, a repórter investigativa Vanessa Beeley descobriu mais evidências de que terroristas torturaram e assassinaram populações cativas. Em um vídeo intitulado "menino sírio de Aleppo", um menino atesta que os capacetes brancos e terroristas Al Nusra Front torturaram e mataram pessoas na sala onde a entrevista estava sendo realizada.

Todas estas evidências continuam a sublinhar a realidade de que enquanto os meios de comunicação ocidentais  tentam criar a percepção de que os ocidentais são "salvadores", na Síria  a OTAN e seus aliados são de fato a causa do terrorismo e da destruição da Síria. Tudo isso está bem documentado.
Nenhuma das atrocidades e terrorismo que atualmente afligem a Síria, o berço da civilização, existiam antes da guerra suja liderada pelos EUA contra a Síria.
 


http://www.globalresearch.ca/nato-terrorism-in-syria/5588236
Tradução do blog